Existem cerca de 20.000 espécies de abelhas. As mais conhecidas são as comumente denominadas de abelha européia ou africanizada (mistura da abelha africana com a européia); as mamangabas, abelhas grandes, com ferrão, que em geral fazem seus ninhos no solo. Existem também as chamadas abelhas indígenas, as quais não tem ferrão (irapuá, jataí, mandaçaia, entre outras) e normalmente enroscam no cabelo quando importunadas.
Sua importância para o meio ambiente e para a sociedade
As abelhas são consideradas insetos úteis porque:
• Contribuem para a fecundação das flores, propiciando aumento da produção de frutos e grãos;
• Produzem o mel e a geléia real, importantes fontes energética e nutritiva;
• Produzem o própolis a partir de substâncias resinosas dos brotos e cascas de vegetais, o qual atua como antibiótico natural.
Na sociedade das abelhas (Apis mellifera), distinguem-se 3 tipos de indivíduos: rainhas (possuem ferrão, utilizado somente para postura), zangões (sem ferrão) e operárias (que possuem ferrão).
Em caso de envenenamento
Proteja-se rapidamente em um lugar seguro;
- Retire o ferrão o mais rápido possível para diminuir a quantidade de veneno que está penetrando no corpo da vítima;
- Lave a área da picada com água e sabão;
- Ponha gelo por alguns minutos, para aliviar a dor e o inchaço
- Procure ajuda médica se a respiração ficar difícil; se houver múltiplas picadas (mais de 15); ou se for alérgico.
ARANHAS
As aranhas são essencialmente carnívoras e de hábitos domiciliares. Alimentam-se de grilos, baratas e outros insetos. São de suma importância no controle biológico dos insetos, considerando-se a cadeia alimentar.
Principais espécies:
Pheneutria nigriventer – Espécie conhecida como Aranha-armadeira, pois em ataque ou defesa, apóia-se nas pernas traseiras para elevar as dianteiras, facilitando a utilização dos “ferrões”. Geralmente os acidentes acontecem ao se manusear, entulhos, madeira velha, materiais de construção. Sua picada é extremamente dolorosa, podendo provocar taquicardia, agitação, sudorese, vômitos, hipertonia muscular e edema pulmonar agudo. Existem relatos de acidentes fatais.
Loxoscelidae – Mais conhecida como aranha marrom, comumente encontrada em residências, atrás de quadros e móveis, nos cantos superiores, telhas, tijolos e forros. Suas teias são irregulares e protegidas da luz direta. Não é uma espécie agressiva e a maioria dos acidentes acontece ao comprimi-la contra o corpo pelo hábito de se esconderem em peças do vestuário. Sua picada provoca leve dor local, lesões cutâneas, que pela ação necrosante do veneno pode solicitar cuidados estéticos para ulcerações e cicatrizes, alterações sistêmicas e em algumas situações mais graves, icterícia, anemia aguda e provavelmente hemólise. Apesar da baixa toxidade de seu veneno, há registros de acidentes que levaram á óbitos.
Therididade – É especialmente conhecida como Viúva negra, não só pela cor, mas pelo hábito de sacrificar o macho após a cópula. São encontradas entre vegetações arbustivas e gramíneas, onde constroem suas teias irregulares. Os acidentes acontecem quando comprimidas no corpo, o que provoca forte dor no local atingido, irradiando-se pelas proximidades. A vítima fica irritada, apresenta tremores, contrações, rigidez abdominal, delírio, alucinações, entre outros sintomas. Já foram registrados casos fatais em crianças.
Acanthoscurria geniculata – Popularmente conhecida como Caranguejeira, constituindo-se numa grande variedade de cores e tamanhos, sendo que algumas chegam a atingir 20 cm de comprimento, considerando-se as pernas. Certas espécies são cheias de pelos que usam como defesa ao esfregarem suas pernas pelo corpo, liberando-os. São pelos urticantes e que provocam irritações na pele, constituindo-se em grave perigo no contato com as mucosas, especialmente os olhos. Sem registros de acidentes fatais.
BARATAS
As baratas são insetos de hábito noturno, durante o dia escondem-se em frestas de muros, em baixo de pedras ou em esgotos.
A grande maioria das baratas são terrestres, porém existe uma pequena parcela de representantes aquáticos, como por exemplo, a barata d`água, bastante comum em praias e costões rochosos.
A noite, as baratas deixam seus esconderijos em busca de alimento, por isso é comum encontrarmos esse insetos, em nossas cozinhas.
A maioria das baratas protege seus ovos depositando-os no interior de um estojo quitinoso, chamado de ooteca. O tempo de vida de uma barata doméstica, varia entre 1 ou até 2 anos, contudo pode apresentar variações conforme as condições ambientais. O medo das baratas, se justifica, pois como habita regiões inóspitas (esgotos monturos, etc ) é comum transmitir várias moléstias ao homem, além do que podem contaminar nossos alimentos.
Não é raro, baratas roer os lábios no canto da boca, principalmente de crianças, ocasionando uma erupção conhecida como herpes blattae. Porém a existência desse repugnante inseto, tem uma importância ecológica funcionando como recicladora da matéria orgânica.
O fato de voar das baratas esta intimamente ligado ao período de acasalamento reprodução, geralmente ocorrendo durante o verão.
CARRAPATOS
Os carrapatos são pequenos aracnídeos, assim como as pulgas, alimentam-se de sangue de animais quentes, sendo muitas das vezes trazidos para dentro das residências pelo animais domésticos. A forma adulta apresenta oito perna.
Geralmente na base de hastes de capim as fêmeas depositam milhares de ovos vermelhos e pretos, que vão eclodir em três a oito semanas. Na maior parte das espécies, as larvas nascem, sobem pela haste e se agrupam numa bola que pode reunir cinco mil larvas, chamadas micuins. Quando uma bola dessas se desfaz em contato com o corpo de qualquer animal, a vitima sofre centenas de picadas. Dependendo das condições , o ciclo de vida dos carrapatos pode variar bastante. O carrapato marrom é o mais comumente encontrato em locais domiciliares. Existe um tipo de carrapato não identificado, que transmite uma bactéria que transmite uma bactéria que causa a moléstia de Byme, que ataca a pele, articulações e o sistema nervoso do homem e em casos mais graves pode ser fatal. O carrapato é infectado ao entrar em contato com os animais silvestres. Depois, ao sugar o sangue de qualquer pessoa ele transmite a doença. Sabe-se que o carrapato tem que ficar no minimo 24 horas grudado na pessoa para que ocorra a contaminação.
CUPINS
Os cupins são insetos conhecidos pelo hábito de se alimentarem preferencialmente de celulose, atacando por esta razão papéis, livros, estruturas de madeira, ou qualquer outro material derivado desde composto.
Todos os cupins comem madeira, digerindo a celulose ás custas de um flagelado que vive em simbiose no seu aparelho digestivo. Eles estão entre os piores inimigos das construções de madeira. Os cupins vive em colônias que podem conter milhares de indivíduos.
Os cupins ou térmitas são insetos sociais que vivem em colônias representados por castas de individuos ápteros e alados. Vivem em sociedade bastante populosa, podendo chegar a milhões, abrigados em ninhos chamados cupinzeiros. Além das formas jovens, existem duas categorias de indivíduos adultos. A primeira é formada pelos reprodutores alados, machos e fêmeas, conhecidos como siriris ou aleluias e são responsáveis fela formação de novas colônias. A segunda categoria compreende formas áptera de ambos os sexos, porém estéreis, onde se encontram os operários e soldados. A capacidade de postura de uma rainha varia bastante com relação à especie
A população se desenvolve a partir de um ou dois casais sexuados. As larvas tornam-se soldados (que protegem o ninho) ou então operários (que constroem o ninho e alimentam a comunidade). O casal procriador perde suas asas após o acasalamento. Depois a rainha passa o tempo todo pondo ovos. Seu abdome pode ficar até 30 vezes maior. O trabalho do pequenino macho é fecundar a rainha de tempos em tempos.
ESCORPIÕES
Foram descritas cerca de 1.400 espécies distribuídas em seis ou sete famílias, sendo a família Buthidae a mais importante, tanto em número de espécies como pelo fato de apresentar espécies causadoras de acidentes humanos.
O
s escorpiões são animais de terra firme, habitando as regiões quentes e temperadas da Terra, dando preferência aos ambientes mais árido onde ocorram uma grande diversidade de espécies. Os escorpiões vivem sob pedras, madeiras, troncos podres, alguns enterram-se no solo úmido da mata, outros na areia do deserto, outros ainda vivem em bromélias, que crescem no chão ou mesmo a grandes alturas nas árvores. Outros dão preferência às proximidades das residências humanas onde se escondem no entulho, em madeiras empilhadas; é frequente aparecerem junto às linhas de trem, escondendo-se sob lajes dos túmulos.
São animais carnívoros e de hábitos noturnos, alimentando-se principalmente de insetos e de aranhas, podendo também ocorrer o canibalismo, principalmente em cativeiro. Podem jejuar por tempo prolongado, armazenando alimento nos divertículos do hepatopâncreas. Observações em cativeiro registram um jejum de até 23 meses. Localizam a sua presa com o auxílio de pêlos sensoriais, as tricobotrias, que estão situadas principalmente nos palpos e que são sensíveis ao menor movimento do ar. A visão é pouco desenvolvida.
Antes do acasalamento, o macho e a fêmea se agarram pelas pinças, fazendo estranha dança. Quando tudo termina a fêmea freqüentemente come o macho.
A fêmea põe 50 ovos.
Os filhotes nascem envoltos numa membrana da qual saem sozinhos ou ajudados pela mãe, e imediatamente sobre em cima do dorso do abdômen da mesma onde permanecem até a primeira troca de pele.
Os escorpiões vivem 3 ou 5 anos, variando conforme a espécie.
São considerados perigosos os escorpiões pertencentes à família dos Buthidae pois, todos podem causar um envenenamento humano necessitando de tratamento médico.
A peçonha de quase todos os escorpiões, embora suficientemente tóxica para matar muitos invertebrados, não é prejudicial ao homem. A picada acarreta, no máximo, uma dor semelhante à de picada de uma vespa ou marimbondo.
Porem, algumas espécies possuem veneno suficientemente toxico para matar um homem. Existem algumas espécies do deserto do Saara que têm o veneno capaz de matar um cachorro em aproximadamente sete minutos e, um homem em sei ou sete horas.
FORMIGAS
As formigas são insetos sociais que vivem em colônias. Pertecem à Ordem Hymenoptera, grupo em que se encontram as vespas e abelhas. Todas as formigas estão agrupadas em uma única família, a Família Formicidae.
Todas as espécies de formigas são verdadeiramente sociais. Um inseto é denominado social pela sobreposição de gerações, pela divisão de tarefas e pelo cuidado com a prole. A divisão de tarefas está associada com a presença de diferentes cestas dentro da colôni. Existem a casta das operárias e a casta dos reprodutivos (rainhas e machos).
As operárias são as formigas que estamos acostumados a ver. Elas são todas fêmeas, não possuem asas e são estéreis; desempenham ainda todas as funções dentro da colônia que também é chamada de formigueiro. Dentre estas funções citam-se: escavação e limpeza do ninho, procura de alimento, também chamada de forrageamentom, alimentação das larvas e rainha(s), alimentação de outras operárias, defesa da colônia, etc. As operárias vivem de dois a três meses e durante toda a sua vida trabalham em prol da colônia.
Em algumas espécies de formigas podemos observar, dentro da casta de operárias, indivíduos com a cabeça desproporcionalmente maior e de tamanho mais avantajado em relação às outras operárias. Estas operárias são denominadas soldados e possuem a função de proteger a colônia de inimigos. Apesar de terem este nome são também fêmeas.
As casta de reprodutores é caracterizada pelas rainhas e machos. As rainhas são responsáveis pela postura dos ovos e são os maiores indivíduos da colônia; possuem asas para fazer o vôo nupcial, isto é, para o encontro com os machos, cuja cópula ocorre em pleno vôo. Uma vez fecundadas elas procuram um local adequado para fundar um novo ninho e, nesta fase, cortam as asas com as mandíbulas e auxílio das pernas posteriores.
Na maioria das espécies de formigas apenas uma rainha é encontrada dentro da colônia e uma vez morta, o formigueiro também morre. Entretanto em algumas espécies, especialmente as domésticas, várias rainhas fecundadas podem ocorrer dentro de um único formigueiro. A longevidade da rainha é longa. Rainhas de saúvas podem viver até vinte anos, enquanto rainhas de formigas domésticas vivem aproximadamente dois a quatro anos.
O tempo de vidade uma colônia é de aproximadamente vinte anos, podendo chegar a quarenta anos no caso de susbtituição da rainha. O número de indivíduos por colônias atinge mnais de quatrocentos mil. As formigas em seu deslocamento na busca de alimentos podem contaminar ambientes, embalagens de produtos.
Para prevenir o ataque das formigas, é indispensável deixar o ambiente mais limpo possível, consertar falhas nas estruturas, como racahaduras nas paredes e frestas em azulejos.
MORCEGOS
São um dos animais mais fascinantes no planeta, sendo os únicos mamíferos com real capacidade de vôo, mas infelizmente estão sendo injustamente perseguidos e maltratados como se fossem à imagem do mal, no entanto, são de importância fundamental para os ecossistemas florestais, devido seu hábitos alimentares são verdadeiros arcanjos nas matas realizando polinização de flores, dispersando sementes e até mesmo controlando à população de insetos.
Os morcegos estão na terra muito antes do ser humano, há mais de 50 milhões de anos e diversas espécies estão ameaçadas de extinção porque à maioria das pessoas desconhecem que eles são essenciais para o equilíbrio biológico. Os morcegos voam devido ao fato de sua mão ter se adaptado ao vôo pela presença da membrana alar, que consiste de uma fina pele elástica desprovida de pêlos entre os quatro dedos alongados da mão; apenas o polegar fica livre, sendo utilizado para se dependurar. Essa membrana elástica liga-se ao tornozelo é, em muitas espécies, também ligada à cauda(uropatágio) e por isso os morcegos são classificados como quirópteros, sendo subdivididos em dois grupos distintos: os macroquirópteros e os microquirópteros; os primeiros são morcegos frugívoros, isto é, alimentam-se de frutas, sendo encontrados no continente australiano e no velho mundo, todas as 170 espécies pertencem à uma única família na classificação biológica, não hibernam, são relativamente grandes, olhos grandes com boa visão e com um focinho expressivo e pontudo, entre eles , citamos o raposa-voadora(Pteropus giganteus), com quase dois metros de envergadura, é o maior morcego existente. Já os microquirópteros, são bem menores, incluindo todos os outros morcegos pelo mundo, com mais de 800 espécies distribuídas em 18 famílias, possuem focinho curto, muitas vezes com formações foliáceas no nariz(família dos filostomídeos), importante na ecolocação , com olhos pequenos e orelhas grandes, é neste grupo que pertencem todas as espécies existentes em território brasileiro; dentre quase 1000 espécies de morcegos no mundo, 138 só no Brasil, apenas 3 são hematófagas, ou seja, alimentam-se de sangue, são os chamados vampiros; dentre eles dois sugam sangue de aves(Diphylla ecaudata e Diaemus youngii) e apenas uma espécie (Desmodus rotundus) alimenta-se de sangue de mamíferos, mas a quantidade de sangue consumida é muito pequena , cerca de 20 mililitros, equivalente à três colheres de sopa, por isso, os ataque só são perigosos quando estão infectados com o vírus da raiva, tornando o morcego o transmissor da raiva no campo e uma triponossomíase equína. Esse vampiro, com o apoio do polegar, consegue andar de quatro e saltar, isso é útil pois muitas vezes esse morcego morde na altura dos pés da vítima evitando assim, ser pisoteado.O morcego vampiro, através da termorrecepção, consegue identificar o calor da circulação sanguínea embaixo da pele de sua vítimas, assim, sua mordida é praticamente cirúrgica, superficial e indolor, cortando à pele com seus dentes incisivos afiados, e nela injeta, com a saliva, uma substância anticoagulante(a desmoteplase), que faz a ferida sangrar continuamente e com sua língua suga o sangue. Pesquisas científicas com essa substância anticoagulante indicam o uso medicinal ao ser humano no tratamento de coágulos sanguíneos que se formam após ataque coronariano e até derrames. Ataques de morcegos vampiros em humanos são raros, contudo há relatos em locais remotos no interior, onde a natureza foi alterada de forma drástica, na ausência de gado e animais selvagens, os hematófagos atacam animais domésticos e até seres humanos, preferencialmente nos dedos dos pés da vítima.
Exceto as formas vampiras, todas as demais são de grande importância ecológica, devido a seus hábitos alimentares como os já citados frugívoros(come frutas) com caninos grandes e incisivos pequenos como as espécies Artibus lituratus e Corollia perspecillata, comum no Brasil; temos os nectarívoros(alimentam-se de néctar) responsáveis pela à polinização de mais de 200 espécies de plantas, entre eles temos a espécie Anoura caudifer, ocorre em boa parte do Brasil e poliniza a flor do maracujá da restinga sugando seu néctar semelhante ao beija-flor; há os insetívoros, de extrema importância no controle de insetos, pois um único morcego insetívoro é capaz de ingerir mais de 3000 insetos numa só refeição; há os piscívoros, ou seja, se alimentam de peixes, como o Noctilio leporinus, com notável habilidade de pesca; há os carnívoros que se alimentam de pequenos vertebrados como o amazônico Vampyrum spectrum, que é a maior espécie de morcego no Brasil que atinge um metro com as asas abertas e também há espécies de morcegos carnívoros especializados de comer escorpiões, dos quais arrancam a cauda para só então engolir o corpo, certamente à população de escorpiões seria o dobro se não fosse a intervenção dos morcegos e também há os morcegos onívoros, se alimentam de frutos,néctar e insetos.Os morcegos possuem predadores naturais como o gambá, as serpentes e também os felinos(gatos). As fezes do morcego (guano) nas cavernas são utilizadas em certas partes do mundo como uma rica fonte de alimentos, mas essas fezes, quando acumuladas em grande quantidade em locais muito abafado e úmido,podem proliferar um fungo (histoplasma), na forma de um pó branco e tóxico, quando inalado, ocasiona uma doença respiratória muito grave, a histaplasmose, que se não tratada leva à morte.
Uma particularidade marcante nos morcegos é a ecolocalização, um tipo de sonar biológico muito sofisticado, que envolve a emissão de gritos (sons) agudos ultra-sônicos, acima do alcance da audição humana e à medição desses ecos que tocam nos objetos no caminho.Desse modo, os morcegos voam e localizam sua presa e desviam de obstáculos na escuridão total e muitas espécies, inclusive os morcegos ferradura e com estruturas foliáceas no nariz, possuem dobras complexas complexas na pele do nariz utilizadas para projetar e focalizar os sons na ecolocalização; nas espécies que possuem olhos bem desenvolvidos nos macroquirópteros e são diurnos não ocorre à ecolocalização.
A duração da vida dos morcegos é variável entre as famílias, no geral de 12 a 18 anos, há morcegos que chegam a viver até 30 anos; a maior parte das fêmeas tem apenas um filhote por ninhada. Há morcegos da famílias dos vespertilionídeos que copulam as fêmeas e estas, se encontrando em clima frio, não fecundam, mas guardam os espermatozóides no útero e, no verão, quando surgem os calores elas s fecundam. A gestação é relativamente longa , de 3,5 a 5 meses, e geralmente as fêmeas têm um filhote por ano. Os filhotes nascem sem pêlos,depois de 10 a 15 dias, estão totalmente cobertos de pêlos. O período de amamentação varia de duas a quatro meses; porém continuam junto da mãe até os cinco a seis meses de vida, quando são afastados, após um ano para as fêmeas e após dois anos para os machos, os morcegos ficam adultos. Os morcegos freqüentemente são animais gregários, mas não são fiéis a um único grupo. Quando estão prestes a parir, as fêmeas se concentram em um mesmo abrigo, onde permanecem juntas até os filhotes estarem aptos à caçar o próprio alimento; nas espécies hematófagas, as fêmeas que não conseguem se alimentar são ajudadas pelas outras, que trazem comida para ela regurgitando parte do alimento na boca dos famintos. Isso evidência um caráter solidário que a maioria dos mamíferos não possuem; outro belo exemplo dado pelos vampiros é quando um vampirinho cuja a mãe tenha morrido é imediatamente adotado por outra fêmea, algo raro entre os animais, até mesmo vampiras virgens adotam o pequeno órfão, criando até leite para amamentá-lo.
MOSCAS
As moscas pertecem à Ordem Diptera e possuem apenas um para de asas membranosas correspondentes às asas anteriores, daí o nome da ordem (di-duas, ptera=asas). O par posterior transformou-se em duas estruturas, de tamanho reduzido, chamadas de halteres ou balancins, os quais dão equilíbrio ao inseto durante o vôo. Os dípteros pertencem a um dos quatro maiores grupos de organismos vivos existindo mais moscas do que vertebrados. os dípteros apresentam metamorfose completa, isto é, apresentam as fases de ovo, larva, pupa e adulto. São insetos cosmopolitas, sendo encontradas milhares de espécies, a grande maioria causadora de problemas a animais ou ao homem, como é o caso da mosca de estábulo, a mosca dos chifres, a mosca das frutas e principalmente a mosca doméstica.
Podemos reconhecer as moscas pela cabeça, nitidamente distinta e móvel, com dois grandes olhos facetados, como se fosse dividido em várias partes(facetas). Algumas moscas possuem o aparelho bucal com capacidade para absorver líquido enquanto que em outras o aparelho bucal é do tipo picador.
O combate as moscas não reside apenas no fato de ser um inseto incômodo, mas pelo perigo de contaminação que oferece, isto porque criam-se em material orgânico, como lixo e material em decomposição. A mosca é responsável pela transmissão de diversas doenças. As bactérias ficam alojadas dentro do organismo do inseto ou nos pelos que lhe recobrem o corpo. A transmissão é mecânica, ou seja, o inseto pousa tanto em lixo material decomposto ou alimento pronto. A imensa quantidade de bactérias tem então condições de encontrar meios para sua sobrevivência e multiplicação. São frequentes as intoxicações decorrentes de infestações destes insetos, provocando por vezes sintomas como diarréias e dores abdominais.
Basicamente previne-se uma infestação de moscas adotando-se medidas culturais como colocação de telas em portas e janelas, manutenção do lixo em saco plásticos ou latas de lixo bem fechados, e mantendo os alimentos tampados.
MOSQUITOS
Os mosquitos, também chamados por pernilongos, muriçocas, mosquito-prego ou carapanãs pertecem à Ordem Diptera e possuem apenas um par de asas membranosas correspondentes às asas anteriores. São de grande importância na saúde pública, pois podem transmitir várias doenças, como a febre amarela, dengue, malária, alguns tipos de encefalite, filariose, etc.. Os Mosquitos são também causadores de incômodo, sendo que muitas áreas de recreação deixam de ser utilizadas devido a presença destes insetos em determinadas épocas do ano. Dentre as as espécies importantes de mosquitos está o Aedes.aegypti, causador da DENGUE.
A dengue é uma doença infecciosa aguda, de natureza virótica, transmitida pelo Aedes aegypti, que vive nas regiões tropicais e subtropicais do planeta, entre as latitudes 45o N e 35o S ,inclusive é o mesmo vetor da febre amarela. Atualmente são conhecidos quatro sorotipos do vírus da dengue DEN 1, DEN 2, DEN 3 e DEN 4.
Comportamento reprodutivo: O mosquito adulto Aedes aegypti costuma viver próximo ao seu criadouro, onde ocorre seu acasalamento e acredita-se que o mosquito pode voar até mil metros de distância do local de nascimento. Possuem hábitos diurnos e sugam seiva de vegetais, mas para manutenção dos ovos, a fêmea pratica hematofagia alimentar, ou seja, alimenta-se de sangue e podem por até 200 ovos por vez, após à postura dos mesmos há o desenvolvimento embrionário em até três dias em condições favoráveis, depois ocorre à eclosão dos ovos originando as formas larvais que passam por quatro estágios na água, desde que esteja imóvel e preferencialmente limpa, então , qualquer água armazenada (vasos, pneus,reservatórios, garrafas, latas,…) é um potencial criadouro dos mosquitos. Em condições favoráveis, o período larval e a pupa pode completar-se em 5 à 10 dias e torna-se uma forma apta ao vôo. O mosquito torna-se um vetor após ingerir sangue infectado, então, o arbovírus vai se localizar nas glândulas salivares do mosquito fêmea, onde se multiplica após 8 à 12 dias de incubação, ficando infectado pelo resto de sua vida (até 8 semanas).
Sintomas: No ser humano, após à picada do mosquito infectado, os sintomas aparecem após 3 a 15 dias ( período de incubação), em média 6 dias. Mas o período de transmissibilidade começa um dia antes do aparecimento dos sintomas e vai até o sexto dia da doença e normalmente os sintomas duram de 2 a 7 dias, incluem a febre alta (39 à 40 º C) repentina, cefaléia, artralgia (dor nas articulações), dor abdominal, vômitos, erupção da pele, algumas hemorragias e perda de líquidos, todos esses caracteriza à forma clássica da doença. Porém, em alguns casos (surgimento de um sorotipo diferente em alguém que já teve dengue) ocorre uma evolução rápida para à forma hemorrágica do dengue, que além dos sintomas citados, há manifestações hemorrágicas graves, hepatomegalias e insuficiência circulatória; isso devido à alteração da coagulação sanguínea, plaquetopenia e coagulação intravascular disseminada de alta gravidade, causando insuficiência circulatória (choque) e morte. A manifestação do dengue hemorrágico esta vinculado a um mecanismo imunológico devido à sensibilidade prévia causada pela dengue clássica. Dessa maneira, os anticorpos tipo IgG, subneutralizantes para os outro soros tipos, formam imunoclomplexos com antígeno circulante, afetando profundamente à membrana plasmática dos leucócitos mononucleares e facilitando à migração de antígenos virais para alguns tecidos. A confirmação laboratorial sorológica de dengue é feita pela detecção da imunoglobulina IgM específica em amostra de soro a partir do sexto dia da doença.
POMBOS
As pombas domésticas (Columba livia) são originárias do continente Europeu, e foram introduzidos na América do Sul por volta do século XVII. Desde então se fazem presentes em grande número no ambiente urbano, graças à sua grande facilidade de adaptação e reprodução. Apesar de simbolizarem a Paz, as pombas são consideradas pragas urbanas devido a sua característica obnóxia, justamente pelo fato de serem hospedeiros de diversos organismos que causam prejuízos à nossa saúde. Além disso, as pombas causam danos materiais decorrentes da deposição de suas fezes nos mais diversos tipos de construções, em materiais industrializados, em depósitos de maquinarias.
Os pombos adaptaram prontamente a este tipo de ambiente por três razões básicas para sua sobrevivência :
Oferta abundante de abrigo : a arquitetura urbana de edifícios, monumentos e obras de engenharia apresentam grande quantidade de frestas, beirais e saliências que simulam perfeitamente o habitat natural destas aves em desfiladeiros e penhascos.
Ausência de predadores : a ausência ou o pequeno número de aves de rapina (os principais predadores dos pombos) em área urbana impede o controle natural destas populações possibilitando, ainda, uma maior sobrevivência de animais fracos e doentes que se tornam reservatórios e disseminadores de doenças.
Grande quantidade de fontes de alimentação disponíveis : A grande disponibilidade de alimento, seja devido ao lixo e restos de alimento acumulados, seja pela alimentação fornecida pelo homem (através de grãos, farelos, entre outros) contribui para a alta reprodução e também para a manutenção de animais mais fracos e doentes que serial eliminados naturalmente, caso as fontes de alimentação fossem menores como no ambiente selvagem. Em quatro estudos já realizados em todo o mundo está comprovado que a disponibilidade de alimentação é fundamental para a dispersão da população.
Dentre as doenças transmissíveis, existe a Toxoplasmose, que pode causar cegueira, aborto até a morte, além da Histoplasmose, Erisipela, Salmonelose, Candidíase e Aspergilose. Estas doenças são transmitidas ao homem principalmente por vias respiratórias, através da inalação das fezes secas depositadas em caixas armazenadas, no chão, em beirais, em máquinas, ou em qualquer outro local defecado. Outra forma de contaminação é através dos piolhos dos pombos.
Principais doenças transmitidas pelos pombos:
CRIPTOCOCOSE inflamação no cérebro e meninges, ocasionada por fungos
HISTOPLASMOSE infecção pulmonar causada por fungos
ALERGIA desencadeada por penas que contém, piolhos, ácaros e pulgas
TOXOPLASMOSE infecção celular que ataca múltiplos órgãos, ocasionada por protozoários, que também é transmitida pelos gatos
ORNITOSE infecção pulmonar
SALMONELA infecção intestinal, ocasionada por bactérias ( alimentos contaminados )
PSITACOSE causa dor de cabeça, febre alta, calafrios, ocasionadas por vírus
COCCIDIOSE, CANDIDÍASE, ENCEFALITE, PSEUDOTUBERCULOSE,
TUBERCULOSE AVÍCOLA e mais 26 doenças registradas.
PULGAS
Todo mundo conhece a pulga. Ela vive com o homem em todos os lugares, sobretudo onde a higiene não é adequada. É um saltador impressionante. Pode saltar 75 vezes a sua própria altura e 25 vezes seu comprimento.
Nem todas, porém, são amestradas. a maior parte vive nos mamíferos, nutrindo-se do seu sangue. Estas são perigosas. Quando passam de um hospedeiro para outro, podem levar germes de doenças graves. Aquelas que vivem nos ratos podem transmitir às pessoas a mortal peste bubônica. A pulga põe os ovos entre as tábuas do assoalho e outras frestas de casa. Em poucos dias saem as pequenas larvas brancas que se encasulam em lugarem úmidos e escuros para transformar-se primeiro em ninfa (forma intermediária entre a larva e o inseto adulto) e depois em pulga adulta. Então saem para procurar um hospedeiro.
As pulgas são pequenos insetos marrons e sem asas. Elas dependem do hospedeiro, que neste caso são o cão e o gato, para se alimentarem e se protegerem, permanecendo toda a sua vida nestes e em outros animais contactantes. Além de provocarem incômodo pelas picadas, transmitem vermes, parasitas sangüíneos e podem induzir a processos alérgicos, diminuindo a qualidade de vida de nossos animais. Visto que são capazes de pular até 30 cm, não havendo portanto a necessidade de contato íntimo, o cão ou o gato podem adquiri-las passeando na rua ou no próprio quintal, prédio ou carro onde possam ter acesso outros animais. Daí a importância de oferecermos a eles mecanismos de combate e proteção contra as pulgas. Caso o animal já as possua, ou apenas se queira evitar, há um verdadeiro arsenal disponível, o que escolher? Para cada caso há uma solução mais adequada, dependendo do grau de infestação, do tipo dos ambientes em que vive e freqüenta, do número e condições dos animais com quem tem contato e se é alérgico ou não. Tais fatores vão orientar o esquema de erradicação das pulgas quanto aos medicamentos e período necessários para tal.
Há mais de 2000 espécies em todo o mundo, porém, a Ctenocephalides felis felis é a espécie mais comum, prevalecendo em mais de 90% dos cães e gatos. A fêmea da pulga deposita seus ovos (brancos com 0,5 mm de comprimento) no animal e, como não se fixam, caem no ambiente onde apenas dependem da temperatura e da umidade para eclodirem em larvas, num período de até 10 dias. Estas aprofundam-se nos carpetes, cobertores e frestas de pisos, onde se alimentam de restos orgânicos e fezes de pulgas adultas. Em 5 a 11 dias formam um casulo onde ocorre a forma de pupa. A 27ºC e 80% de umidade ambiental, podem se transformar em pulgas adultas em apenas 5 dias. Porém, tal fato só ocorre se houver animais ou pessoas no ambiente; caso contrário as pulgas podem permanecer no casulo por até 140 dias. Normalmente o ciclo de vida se completa em 3 a 4 semanas e as pulgas vivem no animal por mais de 100 dias. A partir do quarto dia se alimentando do sangue do animal, cada fêmea produz , em média, 20 ovos por dia durante 21 dias. Se não interrompermos o ciclo, a infestação no animal torna-se extremamente incômoda e maléfica à sua saúde.
A pulga causa um prurido intenso devido as suas picadas. Existem animais que desenvolvem uma dermatite pruriginosa e pápulo-crostosa na região lombossacra, dorsal, coxal, caudo medial, abdomem ventral, flanco e pescoço com áreas de rarefação pilosa. Ainda se encontra nos pêlos, fezes das pulgas (pontos pretos que quando apertados observa-se uma coloração avermelhada).
Quando ingeridas pelos cães e gatos no ato de se lamberem ou se mordiscarem, ou pelo homem acidentalmente, levam, para o intestino, a forma infectante do Dipylidium caninum, verme cestóide, semelhante à Tenia, “solitária” do homem. Constitui-se, portanto, numa zoonose e pode, nos animais, levar a emagrecimento, diarréia, perda de pêlos e até à morte se não tratada. O animal apresenta coceira na região anal, arrastando a região no chão, e ,às vezes, podem ser vistas as proglotes do verme, pequenos reservatórios de ovos, em volta do ânus ou nas fezes, semelhantes a grãos de arroz.
Os gatos, por sua vez, são vítimas de um parasita sanguíneo, chamado Hemobartonella felis, transmitido naturalmente pela picada da pulga, causando a doença denominada de Hemobartolenose. Os sintomas são perda de peso, fraqueza, depressão e falta de apetite, devido a uma anemia que pode se tornar crônica. Se não tratados, mais de 30% dos gatos podem vir a óbito.
Como se não bastassem as doenças acima citadas, o incômodo da presença das pulgas sobre a pele do animal pode ser agravado se este desenvolver alergia às picadas deste inseto. Tanto o cão quanto o gato são passíveis de manifestarem uma hipersensibilidade em que basta uma picada por semana para induzir a uma coceira insuportável, induzindo o animal a se ferir, muitas vezes gravemente, o que exige um tratamento urgente. Quando não tratada no início, a alergia torna-se crônica, levando a alterações irreversíveis da pele e da pelagem, além de poder alterar o estado emocional do animal, que permanece em constante estado de estresse devido à coceira incessante. O cão ou o gato, em alguns casos, passa a comer menos e torna-se deprimido ou agressivo, dependendo de sua personalidade. É também, muitas vezes, isolado do convívio familiar por causa das condições de sua pele, que pode apresentar descamação e infecções produtoras de odores desagradáveis.
A PULGA E O HOMEM
Como todos podemos ver, as pulgas também podem afetar o homem que apresenta reações alérgicas, e consiste em um aglomerado de urticária papulares localizada nas extremidades inferiores (pernas). Elas são transmissores do tifo, praga, tularemia e hospedeiro intermediário do DIPYLIDIUM CANINUM (semelhante a um grão de arroz), que acomete cães e gatos. Portanto, as pulgas não devem ser eliminadas e evitadas por toda a vida do animal apenas por ser um inseto, mas sim por interferir significativamente na saúde e bem-estar dos nossos fiéis companheiros.
PROFILAXIA
A maior parte do ciclo de vida da pulga ocorre fora do seu hospedeiro (os animais) e devido a isso, existe a necessidade de cuidar também das instalações e ambiente onde o animal vive, além dele mesmo.
É muito importante que se saiba que todos os produtos são capazes de induzir a intoxicações caso não sejam utilizados de acordo com as recomendações do fabricante, ou seja, algumas substâncias não podem ser ingeridas, utilizadas nos animais (só no ambiente), em filhotes de até uma certa idade, em gatos, em fêmeas prenhes ou em lactação ou em animais que possuam algum problema de saúde específico. Ou seja, além de proteger a saúde dos animais e das pessoas (que convivem com estes e/ou vão manipular os produtos), seguir rigorosamente as instruções da embalagem permite obtermos o máximo do efeito anti-pulga.
Se possível, este controle deve ser realizado continuamente, visto que não possuímos estações climáticas bem definidas, havendo períodos quentes até mesmo durante o inverno, que permitem a reprodução eficiente das pulgas. Devido à grande quantidade existente e ao constante surgimento de novos produtos anti-pulgas, recomenda-se consultar o médico-veterinário antes de adquiri-los a fim de se garantir o melhor resultado possível para cada caso, dependendo do grau de infestação, da espécie animal, da idade, do tipo de pelagem e do estado de saúde do nosso bichinho. O importante é não desprezarmos este pequeno inimigo, que, por viver há mais tempo que nós neste planeta, encontra-se muito bem adaptado ao nosso meio-ambiente, acompanhando-nos sempre que puder.
RATOS
Os roedores consistem o grupo de mamíferos melhor sucedido no planeta, com exceção do humano. Alguns deles se tornaram sinantrópicos, iste é, convivem com o homem sempre que ele o permita, representanto um sério problema.
As espécies rato comum Rattus rattus, ratazana Rattus norve novergicus e camundongo Mus muscullus causam a população humana severos prejuízos elhe transmites várias doenças de grande risco. Dentro os prejuizos econômicos, pode-se citar a roedura de fios e cabos elétricos que provocam curto-circuito e incêndios, destroem equipamentos, móveis e estruturas. Comem o equivalente a 10% de seu peso corporal em alimentos sólidos por dia. Estragam alimentos e embalagens. Hoje, estima-se que a perda de alimentos pela destruição é de trinta e três milhões de toneladas de cereais estocados e mais de 20% dos produtos plantados. Dentre as mais de trinta doenças que transmitem, pode-se destacar a leptospirose, tipo murino, cólera, peste bubônica e raiva. Uma série de infecções alimentares é causada por microrganismos que eles transmitem ou transportam. Para a proliferação de roedores, são necessárias três condições básicas (os 3 “A”):
1. Água(córrego, rios, lagos, esgotos, galerias fluviais, etc..)
2. Abrigo (entulho, beira de córregos com vegetação, esgoto, etc.).
3. Alimento( Lixo com sobras de alimentos, tanto de origem doméstica como de estabelecimento que processem alimentos).
Hábito: Ratos são de hábitos noturnos extremamente prolíferos, e com uma grande adaptabilidade às mudanças do meio ambiente.
Pela experência, mais duas condições estão agregadas: Aquecimento e ausência de Luz, originando os 5 “A”.
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