Mosquitos, ratos, baratas, formigas e cupins são algumas pragas que atormentam moradores de áreas urbanas, oferecendo riscos à saúde e até prejuízos econômicos para muita gente. Segundo a Associação dos Controladores e Vetores e Pragas Urbanas, em São Paulo, a população de roedores é superior à humana nos grandes centros. Somente este ano, em Belém, o Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) já notificou 205 casos de leptospirose, dos quais 48 foram confirmados. Nove pessoas morreram.
A leptospirose é uma doença infecciosa causada por uma bactéria chamada Leptospira, presente na urina do rato. Embora o poder público tente diminuir a ocorrência dos casos, por meio de ações de desratização nos espaços públicos da cidade, medidas preventivas, tratamento e combate às pragas urbanas precisam também ser aplicadas dentro dos espaços residenciais e comerciais.
Atualmente, existem em Belém e Ananindeua em torno de 15 empresas credenciadas, que fazem dedetização e desratização, atuando com medidas corretivas nos espaços residenciais e comerciais. Elas atendem à Resolução nº 52, de 22 de outubro de 2009, da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), do Ministério da Saúde. A resolução estabelece diretrizes, definições e condições gerais para o funcionamento das empresas especializadas na prestação de serviço de controle de vetores e pragas urbanas, visando o cumprimento das boas práticas operacionais, a fim de garantir a qualidade e segurança do serviço prestado e minimizar o impacto ao meio ambiente, à saúde do consumidor e do aplicador de produtos saneantes desinfestantes. Leia mais